

Jongo da Serrinha
Uma casa de tradições e acolhimentos
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28
Nov
2025
Jongo da Serrinha: local de tradições

Abrir navegação do percurso
A história de uma casa
Localizado no bairro da Tijuca, Zona Norte do Rio de Janeiro, e inserido no meio da maior floresta urbana do mundo, o Morro do Salgueiro remonta a tradições e culturas que compõe um outro lado da história da cidade. No final do século XIX, onde hoje fica o Salgueiro, havia uma plantação de café que foi ocupada por escravizados libertos e posteriormente começou a ser povoada por imigrantes vindos do interior ou outros estados, como Minas Gerais.
Ainda que já houvesse moradores na região, o processo de urbanização do morro se deu no início do século XX, em um período em que a cidade do Rio de Janeiro atravessava inúmeras transformações em sua forma urbana.
O nome do morro veio de Domingos Alves Salgueiro, comerciante português que era dono de uma fábrica de conservas na região e também de diversos terrenos no morro. Portanto, em meados dos anos 1920, o local começou a ser chamado de Morro do Salgueiro.
Desde então pessoas vem construindos suas casas no morro, transformando o local em uma comunidade construída por pessoas que carregam diferentes saberes que continuam sendo vivenciados e compartilhados no Morro do Salgueiro, símbolo de resistência da cultura negra carioca.
Destacamos a forte presença do patrimônio imaterial como o samba, caxambu, folias de reis, saberes sobre ervas medicinais, alimentares e agroecológicos.
Nos últimos anos diversas iniciativas comunitárias lideradas por moradores têm contribuído para a sustentabilidade e desenvolvimento locais, destacando-se projetos integrados nas áreas da educação, cultura, memória, saúde, segurança alimentar e meio ambiente.
O Salgueiro possui marcante presença de patrimônios imateriais como o samba, caxambu, folias de reis, saberes sobre ervas medicinais, práticas alimentares, litúrgicas e agroecológicas, formando uma rede de saberes que ocasionaram em importantes iniciativas comunitárias.
O trajeto foi guiado pelo jornalista e pesquisador Emerson Menezes, que tem profunda ligação com a comunidade e sua cultura desde longa data, atuando como articulador de coletivos como o Coletivo de Erveiros e Erveiras do Morro do Salgueiro e o Caxambu do Salgueiro.
O percurso intitulado “Imersidades – Nas trilhas do Morro: território, cultura e clima no Salgueiro” foi realizado pela Cátedra Oswaldo Cruz de Ciência, Saúde, Cultura, da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) da instituição Casa de Oswaldo Cruz (Fiocruz), visando promover diálogos entre diferentes formas de conhecimento, como saberes tradicionais e científicos.
Conhecendo

Guia do Roteiro / Imersidades
Dyonne Boy
coordenadora executiva, artista Plástica
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Um prédio que vira casa
Antiga construção que já foi fábrica de têxteis de chita, hoje abriga a Escola Municipal Bombeiro Geraldo Dias, a principal da comunidade que funciona de forma integral com as iniciativas comunitárias do território.
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Uma escola de culturas
e cidadanias
Iniciamos o encontro na Praça Saens Peña, lugar onde o Caxambu do Salgueiro costuma fazer rodas de jongo. Seguimos pela rua General Roca, principal acesso ao território.
No início da subida, do morro, Emerson enfatiza a presença da Associação de Moradores do Morro do Salgueiro fundada em 1934 como forma de articulação pelo direito de permanência no local, em um momento de iminente despejo devido as numerosas obras que ocorriam na cidade naquele contexto, em que muitas favelas, morros e habitações antigas foram demolidas.
As atividades escolares funcionam em integração com as iniciativas comunitárias, promovendo ações pedagógicas que dialogam com a cultura, história e identidade do Salgueiro.
O primeiro ponto de referência no percurso foi na Escola Municipal Bombeiro Geraldo Dias, sediada em uma construção tombada, localizada no início da subida da Rua Francisco Graça. O prédio, datado de 1820 e originalmente contruído para ser uma fábrica de têxteis de chita – tecido muito usado na confecção das saias do caxambu -, desde os anos 1960 abriga esta escola que atende aproximadamente 100 crianças desde a Educação Infantil ao Ensino Fundamental I e formou várias gerações de moradores.

Fomos recebidos pela diretora da instituição, Sibelli da Silva Carvalho, que nos guiou pelos espaços da escola: a biblioteca, salas de aula e o espaço de entrada da construção.
A instituição promove diversas ações pedagógicas integradas com as iniciativas comunitárias do Salgueiro, como o Caxambu e Coletivo de Erveiras e Erveiras. No espaço de entrada podemos ver artes feitas pelas crianças em atividades de educação antirracista e uma horta comunitária cuidada em parceria com os hortelões do morro.


Conhecendo

Agentes Locais
Lazir
coordenadORA, cantora
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Quadra do Bloco Carnavalesco Raízes da Tijuca
“Nos anais da nossa história vamos encontrar / Personagens de outrora / Que iremos recordar / Sua vida, sua glória / Seu passado imortal / Que beleza a nobreza do tempo colonial / O-lê-lê, ô-lá-lá, Pega no ganzê, Pega no ganzá!” Samba-enredo Festa Para um Rei Negro (1971)
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Salgueiro tem uma raiz
E nasce forte em qualquer lugar
Seguindo adiante, a próxima parada é a quadra do Bloco Carnavalesco Raízes da Tijuca, local onde em 1953 foi fundada a Acadêmicos do Salgueiro, escola de samba que surgiu a partir da união das três escolas salgueirenses Azul e Branco, Unidos do Salgueiro e Depois Eu Digo.
O GRES Acadêmicos do Salgueiro, fundado nos anos 1950, foi responsável por levar à avenida enredos acerca da negritude, o que ficou conhecimento como “revolução salgueirense”.
Os fundadores, Djalma Sabiá, Geraldo Babão, Casemiro Calça Larga (ilustrados no mural do NegroMuro que visitamos posteriormente), importantes figuras do samba da região, se uniram para criar uma única agremiação que pudesse competir com as já populares Mangueira, Portela e Império Serrano, principais campeãs nos desfiles da Avenida Presidente Vargas.
O GRES Acadêmicos do Salgueiro conquistou espaço dentro das competições e nas décadas de 1960 e 1970 passou a levar à avenida o que é conhecido como “revolução salgueirense” na história do carnaval carioca.


A escola propôs inovações na estética e na narrativa em que a temática da negritude e enredos afrodiaspóricos passaram a ser centrais, algo nada comum na época.
O protagonismo da negritude é ainda muito presente tanto nos enredos da escola, como nas iniciativas comunitárias do morro, principalmente quanto ao compromisso com o antirracismo.
Sambas-enredos campeões como “Quilombo dos Palmares” (1960), que deu o primeiro título para a escola, “Xica da Silva” 1963 e “Festa para um Rei Negro” (1971), e outros que marcaram o carnaval como “Chico Rei” (1964) até hoje são lembrados.

Em 2007, as Matrizes do Samba no Rio de Janeiro foram registradas pelo IPHAN como Patrimônio Imaterial e inscritas no Livro das Formas da Expressão, nas formas do Partido-Alto, Samba de Terreiro e Samba-Enredo. Dado que o samba carioca é um dos patrimônios observados pelo Observatório, sugerimos uma pesquisa na página ” Matrizes do Samba no Rio de Janeiro” para referências de conhecimento sobre a própria história do samba e do processo de patrimonialização e registro dessa manifestação.

Conhecendo

Agentes Locais
Djalma Sabiá
Sambista do salgueiro
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Horta Comunitária
Canteiros e quintais produtivos em que moradores cultivam plantas comestíveis, ervas, hortaliças, são comuns no Morro do Salgueiro. O saber das técnicas de plantio tradicionais é passado de geração em geração e hoje é fundamental em iniciativas no morro, como a horta comunitária e troca de saberes promovidas pelo Coletivo de Erveiros e Erveiras em parceria com o poder público.
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Saberes da terra, técnicas de plantio
e integração com políticas públicas
Algo muito presente pelos caminhos do morro e dentro das casas são canteiros e quintais produtivos em que moradores cultivam plantas diversas, cultivados em sua maioria por pessoas que aprenderam dentro da família os saberes sobre o manejo da terra e identificação de ervas e plantas comestíveis.
Soberania alimentar, agroecologia, medicina comunitária, cultura, educação e saúde são temas abordados em reuniões e ações das Erveiras e Erveiros do Salgueiro.
No trabalho de construção de projetos comunitários esse saber foi o pilar para a criação do Coletivo de Erveiros e Erveiras do Salgueiro. Criado em 2019, o Coletivo promove troca de saberes sobre plantas comestíveis e ervas medicinais, e organiza oficinas, rodas de conversa, participação em congressos e atividades acerca dos temas da soberania alimentar, agroecologia, medicina comunitária, cultura, educação e saúde.

Além do conhecimento acerca das ervas, suas propriedades e partilha de receitas medicinais, as plantas comestíveis e hábitos alimentares também são discutidos nas rodas de trocas. Dentre as alimentícias como verduras, frutas e hortaliças, algumas que são popularmente consideradas “não convencionais”, as denominadas PANCs, são consumidas comumente pelos integrantes do coletivo e seus familiares de antigas gerações. Então, os erveiros e moradores envolvidos nas atividades ressignificaram o termo PANC, chamando essas plantas de PAMAs, Plantas Alimentícias Medicinais Ancestrais, evidenciando que o comer é também cultura.

Uma das principais parceria das Erveiras é com o Centro Municipal de Saúde Heitor Beltrão, na Tijuca, localizado próximo ao morro, sendo a unidade que atende os moradores. Os médicos e funcionários do posto junto aos integrantes do coletivo promovem vivências a partir da integração de saberes tradicionais e práticas de saúde do poder público.
Nesse ponto do percurso, visitamos a maior horta comunitária do morro. Cultivada dentro de um terreno inutilizado durante muitos após a demolição de uma antiga construção, a horta hoje fornece diversidade de alimentos para os moradores. A partir da iniciativa de alguns moradores, o espaço reapropriado e transformado em área de plantio cuidado por diversas mãos, sendo hoje gerenciada pelo Tio Dada, o hortelão-chefe.

A Horta recebe apoio do Programa Hortas Cariocas da Secretaria de Meio Ambiente da Cidade (SMAC) que teve início em 2006, cujo objetivo é Ampliar o acesso a alimentos saudáveis e orgânicos para a população, gerar renda e dar uso a áreas antes improdutivas dos territórios. Hoje a horta é fonte de renda para alguns moradores que mantém o plantio, além de proporcionar aos moradores uma alimentação saudável e diversificada e manter viva a memória do cultivo aprendido com as gerações mais velhas. Os alimentos produzidos também são livres de substância tóxicas.


Conhecendo
Agentes Locais
Robson Basílio
hortelão-coordenador
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Agentes Locais
Tio Dadá
Hortelão-chefe
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Caxambu do Salgueiro
O Caxambu, mais conhecido como jongo, manifesta a herança afrodiaspórica em forma de dança ritualizada em roda acompanhada de pontos cantados. Junto ao samba, marcam a ancestralidade e memória do Salgueiro.
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Caxambu
memória salgueirense
Continuando o trajeto, subimos uma ladeira passando pela “pracinha do Seu Inácio” como chamam os moradores. A praça foi feita no período do Favela Bairro, um programa da Secretaria Municipal de Habitação da Prefeitura do Rio de Janeiro iniciado na década de 1990 com o objetivo de fomentar obras de infraestrutura urbana e equipamentos públicos nas comunidades beneficiadas. A praça hoje é ocupada como espaço de lazer e jogatina dos mais velhos.
A formação do caxambu, mais conhecido como jongo em outros lugares do sudeste, se mistura com a própria formação da comunidade, inicialmente povoada por africanos e afrodescendentes.
Um pouco mais adiante, fizemos uma parada no mural do projeto NegroMuro, localizado um em uma das paredes da sede do Caxambu do Salgueiro. Alguns muros no caminho possuem desenhos e grafites variados. Apesar do destaque para o painel com importantes personalidades salgueirenses, ao lado há também um pequeno mural com o desenho do personagem do palhaço da folias de reis, importante festividade do catolicismo popular brasileiro. Apesar de não ter mais folia própria há mais de 50 anos, o Salgueiro recebe a Folia Mirim A Brilhante Estrela de Belém do Morro da Formiga, comunidade vizinha, que percorre esse mesmo caminho em sua procissão de foliões no Salgueiro.

O mural do projeto NegroMuro, com pesquisa e produção de Pedro Rajão e arte de Cazé, ilustra onze personagens do morro em sua maioria ligados ao samba:
Ana Bororó, Djalma Sabiá, Mestre Louro, Almir Guineto, Bala, Joaquim Casemiro Calça Larga, Abelardo Silva, Maria Romana, Anescarzinho, Noel Rosa de Oliveira e Geraldo Babão.
Subimos então ao espaço da sede do Caxambu do Salgueiro, onde também funciona o Restaurante Caliel e o Instituto Sal-Laje. As rodas e ensaios dos caxambuzeiros acontecem no local e também em espaços públicos, como na Praça Saens Pena, e em outros eventos e comemorações. Fomos recebidos por Marcelo Paz Olajinmina e Tia Betinha, matriarca que integra o Caxambu, o Coletivo de Erveiras e também a Acadêmicos do Salgueiro, que nos contaram um pouco da sua experiência com o Caxambu e outros projetos da comunidade.
A formação do caxambu, mais conhecido como jongo em outros lugares do sudeste, é integrada a própria história de constituição da comunidade, inicialmente povoada por africanos e afrodescendentes. O Caxambu do Salgueiro é um dos grupos participantes da construção do último Plano de Salvaguarda do Jongo do Rio de Janeiro (2024) feito no âmbito do IPHAN, um documento que visa proteção, valorização e transmissão dos saberes dos patrimônios imateriais registrados, promovendo políticas públicas e gestão compartilhada desses saberes.
Além do jongo ser registrado enquanto patrimônio imaterial do país, o Caxambu do Salgueiro foi declarado como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial do Povo Carioca pelo Projeto de Lei Nº 2680/2023, reconhecendo a importância do grupo.
O Jongo foi registrado como patrimônio imaterial pelo IPHAN em 2005 no Livro de Registro das Formas de Expressão. Indicamos a página do Jongo no Sudeste do Observatório para saber mais sobre essa manifestação.


Conhecendo

Agentes Locais
NOME DO AGENTE
Artista
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Caliel Culinária Artesanal – Instituto Sal-Laje
Integrando culinária tradicional e práticas agroecológicas, a Caliel promove cultura alimentar ancestral, sendo também ponto de encontro dos diversos projetos comunitários no Instituto Sal-Laje que ocupa o mesmo espaço.
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Cultura alimentar
e memória
A Caliel é um restaurante que tem origem em uma família de raízes quilombolas de Minas Gerais que migrou para o Salgueiro, hoje liderado pelo mestre cozinheiro Marcelo da Paz Rocha, que traz na sua prática gastronômica a ancestralidade mineira, culinária tradicional e os saberes agroecológicas da comunidade em sua cozinha. O local, que antes era uma padaria da família de Marcelo, foi reaberta em 2013 com o objetivo de transformar o espaço em ponto de encontro comunitário de difusão cultural.
Além de difundir a cultura alimentar, oferecendo aos clientes pratos tradicionais e doces de tacho feitos no fogão à lenha, o espaço é a sede do Instituto Sal-Laje, acolhendo diferentes iniciativas do Salgueiro, com o objetivo de promover atividades educativas antirrascistas, práticas agroecológicas e ancestrais. Nesse sentido, abriga reuniões, ensaios, oficinas ou qualquer atividade cultural.
Marcelo Rocha, que também é integrante dos Erveiros e Erveiras e do Caxambu, enfatiza a importância da transmissão e compartilhamento dos saberes dos cultivos da terra e do uso do que é produzido na comunidade nas receitas dentro da sua cozinha e nas casas dos moradores.




Na ocasião, a Caliel foi o último ponto do percurso, onde encerramos com um almoço. Foi preparado no fogão à lenha pelo chefe Marcelo uma receita tradicional da cozinha mineira: frango com quiabo. A comida que nos foi oferecida também foi ofertada aos Pretos Velhos, entidades de suma importância para as religiões de matriz afrobrasileira que remontam a memória de resistência à escravidão, também ligadas ao caxambu. A oferenda de alimentos aos ancestrais e entidades é uma prática ritualística e cerimonial tão sagrada quanto o ato de comer junto. Através da comida, do ajeum, o sagrado e os laços comunitários são fortalecidos.
No mesmo espaço, em janeiro de 2025 foi inaugurado o Museu Social Quilombo do Salgueiro, que integra a Rede de Museologia do Rio de Janeiro (REMUS). O museu foi planejado visando visibilidade à memória e história desse território que possui tradições culturais fundamentais não só para o local e vivência comunitária dos moradores, mas para a cidade do Rio de Janeiro. Com isso, a iniciativa enreda temas como a preservação do patrimônio material e imaterial da região, dialogando com o amplo campo da cultura e patrimônio e suas políticas públicas.

Conhecendo
Agentes Locais
Marcelo da Paz Rocha
Empresário e mestre cozinheiro,vice-presidente do grupo de Caxambu
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Cartografia geral do percurso: XXXXXX
Vídeos do percurso
Entidades em destaque
Referências
Dossiê Jongo no Sudeste
http://portal.iphan.gov.br/uploads/publicacao/PatImDos_jongo_m.pdf
Plano de Salvaguarda do Jongo no Rio de Janeiro 2024
http://portal.iphan.gov.br/uploads/publicacao/plano_de_salvaguarda_do_jongo_no_rio_de_janeiro.pdf
Dossiê Matrizes do Samba no Rio de Janeiro
http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/Dossi-%20Matrizes%20do%20Samba.pdf
“A escola de samba em movimento: reverberações sobre o chão afro-brasileiro da Acadêmicos do Salgueiro”
https://bdtd.ibict.br/vufind/Record/UFF-2_0ec5a05029cfa451a75a804599e31db6
“As tias da morro: memórias e narrativas sobre a formação cultural do grupo Caxambu do Salgueiro”
https://bdtd.ibict.br/vufind/Record/CRUZ_63ad85df68a8abd155d27417c7802f64
Sites para consulta e pesquisa sobre o Morro do Salgueiro, cultura, patrimônio, projetos comunitários e outras temáticas.
Registros audiovisuais acerca da cultura no Morro do Salgueiro.













